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Extreme Sailing Series em Cascais

1 teamcascaisCom os rápidos e voadores catamarãs GC32, o Extreme Sailing Series, escolheu mais uma vez Cascais, reputada mundialmente como um centro de vela, com uma espectacular baía para regatas, para disputar a Etapa 4 do seu circuito, de 5 a 8 de Julho.
Vão participar sete barcos, um dos quais em representação de Portugal, com uma tripulação capitaneada por Luis Brito.
Logo no primeiro dia de regatas a equipa britânica no “INEOS Rebels”, 4ª classificada no circuito, deu o seu melhor, ao terminar com umas impressionantes cinco presenças no pódio nas oito corridas do dia, os britânicos mostraram que não vieram para brincar na Etapa 4 das Extreme Sailing Series. O dia foi deles.
 
SAP Extreme Sailing Team bate recorde de velocidade
 
SAP Extreme Sailing Team fez história, em Cascais, ao bater o recorde de velocidade máxima alguma vez registado nas Extreme Sailing Series.
Saindo disparados da linha partida, os dinamarqueses estabeleceram um novo recorde ao atingirem os 36,4 nós (67, 4 km/h) na primeira corrida, para na regata seguinte, registarem uma nova marca: 37,9 nós (70,1 km/h). O anterior recorde pertencia à Red Bull Sailing Team quando atingiu os 36 nós na baía de Sydney (Austrália), em 2006. 
A SAP Extreme Sailing Team tem agora um pé no pódio, colocando-se no terceiro lugar, com apenas um ponto a separar os três primeiros. Alinghi e Oman Air seguem, respectivamente, em primeiro e segundo.teamcascais 1
No entanto, o Team Portugal teve de enfrentar as dificuldades das Series. A equipa foi forçada a retirar-se da 12.ª corrida, devido a um problema num cabo (tack line). Uma breve paragem na doca resolveu a questão e permitiu que a equipa regressasse para a derradeira corrida do dia.
“Hoje tivemos um dia duro, com vento forte e na quarta regata houve um cabo que se estragou e deixámos de estar competitivos, não fazia sentido continuar. Viemos a terra, preferimos não disputar a quinta e sexta regatas e voltámos na sétima com todas as armas que o barco permite e terminámos com um barco atrás, por isso, cumprimos os nossos objectivos”, explicou Luís Brito.
O co-skipper do Team Portugal frisou ainda a importância desta experiência para os jovens membros da equipa: “Quando há muito vento este barco começa a ser radical e para a nossa equipa ainda mais difícil, porque três dos nossos velejadores nunca tinham navegado nestas condições e saltaram para o mar com os melhores do mundo, com as condições mais difíceis. Mas conseguimos gerir a situação e finalizar as três primeiras regatas e estamos contentes, foi um dia positivo.”