A AkzoNobel registou uma melhoria da rentabilidade no segundo trimestre de 2026, com crescimento orgânico das vendas e aumento do resultado operacional.
A empresa reportou receitas de 2.589 milhões de euros entre abril e junho, valor próximo do registado no mesmo período do ano anterior. O resultado operacional aumentou 17%, para 251 milhões de euros, enquanto a margem EBITDA ajustada subiu de 15,0% para 15,4%.
Segundo a AkzoNobel, as vendas orgânicas cresceram 2% no trimestre, impulsionadas sobretudo pela evolução dos preços, com volumes estáveis no conjunto do grupo.
Na divisão Performance Coatings, que inclui soluções para os sectores marítimo, protector, automóvel, aeroespacial, industrial e de revestimentos em pó, as vendas orgânicas cresceram 2% e a margem EBITDA ajustada subiu para 14,2%.
Dentro desta divisão, a área Marine and Protective Coatings comparou com um período particularmente forte em 2025. A empresa assinala volumes marítimos abaixo dessa base elevada, enquanto os revestimentos de protecção mantiveram estabilidade.
A unidade Powder Coatings registou crescimento orgânico de 7% no trimestre, apoiado por volumes mais elevados em todos os negócios, enquanto Automotive and Specialty Coatings cresceu 6%, com contributo das áreas aeroespacial e de repintura automóvel. Industrial Coatings manteve vendas orgânicas estáveis.
No conjunto do primeiro semestre, as receitas da AkzoNobel totalizaram 4.975 milhões de euros. O resultado operacional aumentou 5%, para 428 milhões de euros, e a margem EBITDA ajustada subiu de 14,3% para 14,9%.
A empresa mantém a expectativa de alcançar, em 2026, um EBITDA ajustado igual ou superior a 1.470 milhões de euros, em base comparável e excluindo efeitos da proposta de fusão com a Axalta.








