A AkzoNobel e a Axalta anunciaram alterações aos mecanismos de governação previstos para a empresa que resultará da fusão entre os dois grupos de tintas e revestimentos.
A actualização surge na sequência de diálogo com accionistas e antecede as reuniões previstas para 5 de agosto, nas quais os accionistas da AkzoNobel e da Axalta deverão votar a operação.
Segundo as duas empresas, o acordo passou a prever a reeleição anual dos administradores após um período inicial de três anos. Foram também revistos alguns limiares de aprovação no conselho de administração da futura empresa combinada.
A AkzoNobel e a Axalta tinham anunciado anteriormente um acordo de fusão destinado a criar um grupo global no sector dos revestimentos, reunindo carteiras complementares em áreas como tintas decorativas, revestimentos industriais, automóvel, protecção e aplicações marítimas.
Para o sector náutico e marítimo, a operação é relevante pelo peso da AkzoNobel no mercado de revestimentos marítimos e de protecção, bem como pela presença das suas marcas em soluções para construção, manutenção e protecção de embarcações e infraestruturas.
A conclusão da fusão continua sujeita à aprovação dos accionistas das duas empresas e das autoridades regulatórias competentes.








